Direção: Boris Vecchio  e codireção de Vinicius Daumas 

Apresentação:

Tudo acontece ali. Despedidas, chegadas, permanências. Um lugar de passagem, mas também de encontros, trocas, relações e tensões. Personagens que se entrelaçam, convivem e existem neste local de movimento e conexão. O espetáculo retrata, de forma lúdica e surreal, a vida de um porto imaginário: seus fluxos, atracamentos, partidas, submundos e emoções. Um porto que não existe em lugar algum e em todos os lugares. Um porto perdido no tempo, mas que retrata, com comicidade e sutileza, as mudanças que surgem, desde sempre, nas cidades portuárias pelo mundo afora.

Sinopse:

Nesta montagem, as artes circenses incorporam elementos da interpretação e desenham, de forma lúdica e surreal, uma verdadeira metáfora da vida e seus limites. A relação do circo com o porto é imediata. Mastros, cordas,
ação coletiva, força, subidas e descidas, fazem parte dos dois universos – numa analogia perfeita para criar a atmosfera mítica de um porto que não existe em lugar algum e em todos os lugares.

A cozinheira, a louca, a maga, os imigrantes e os trabalhadores: estão todos lá, compondo o ambiente portuário de uma cidade perdida no tempo e no espaço. Dirigido pelo italiano Boris Vecchio e co-dirigido por Vinícius Daumas, Porto é um espetáculo formado exclusivamente por alunos da Escola de Circo Crescer e Viver e parte do processo de qualificação artística destes jovens. Nesta nova montagem, criação e formação andam de mãos dadas.

“Porto é o retrato de casamento entre formação artística e o desafio em, mais uma vez, consolidar uma nova narrativa para o circo brasileiro. O Circo Crescer e Viver tem a necessidade de se reinventar sempre, mas sem perder o jeito carioca de fazer circo, cada vez mais identificado com a cidade do Rio de Janeiro”, frisa o coordenador artístico do Circo Crescer e Viver e co-diretor de “Porto”, Vinícius Daumas.

 

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Vídeos: